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FilosofiaEditar

Racionalidade, ignorância, ética, democracia e outros


Qual seria o problema mais grave da sociedade: a burrice, a ignorância ou a maldade?

Desdobramento:

- O problema do raciocínio lógico.


Qual o nível de incoerência ideológica, discursiva e de raciocínio aceitável?

Desdobramentos:

- O problema do raciocínio lógico.

- A incoerência discursiva/ideológica do homem médio.


Podemos acreditar na possibilidade de comunicação eficiente entre os indivíduos?


Verificar princípios básicos que possibilitam a catalogação em qualquer área do conhecimento.

Analisar possível "fetiche da mestiçagem" (metáfora dos que alegam que não existem brancos e negros porque ninguém seria 100% puro).



A questão do esquizofrênico "absoluto". Alienação absoluta e a impossibilidade instransponível de sua percepção consciente.


Provas argumentativas

Ver questão em que as provas sobre existência ou não existência, veracidade ou falsidade, etc. de algo só são obtíveis na esfera da argumentação (raciocínio lógico, etc.). Ver possibilidade de admissão da veracidade (absoluta ou relativa) de questões que, por sua natureza, não apresentam evidências materiais possíveis.



A dúvida e o ignorante

A diferença entre o que conhece a própria dúvida e o que não a conhece. Aquele que reflete sobre a própria dúvida conhece mais e é menos ignorante do que o que ignora a própria dúvida. Quanto mais se conhece, mais muda a natureza das dúvidas e questionamentos (sintonia fina) - ainda que permaneçam potencialmente infinitas. O homem médio e o conhecimento/ignorância sobre si e o mundo que o cerca. Se um animal falasse, poderia dizer sim e não sobre coisas básicas (como o estar a sentir dor ou fome), mas não saberia dizer o que é a felicidade. A resposta do ignorante segue a mesma lógica (se for possível falar em lógica).


A diferença entre o sábio e o ignorante é que o ignorante pensa que sabe, enquanto o sábio sabe o quanto não sabe (o que facilita a evolução na busca por respostas).


Anti-intelectualismo: a vingança dos medíocres - mediocridade feliz é Nietzsche enlatado

ver Reflexões: expressões


Anti-intelectualismo, antissemitismo, anticomunismo: minorias influentes?


A disputa intelectual X homem médio


O hermetismo da burrice

Em referência ao fechamento metodológico inerente ao fanatismo religioso (baseado em dogmas) que se aplica à burrice, por haver uma barreira metodológica intransponível para atingir o indivíduo "burro" via argumentação racional.


Ver tendência de valoração com maior reprovabilidade para as práticas que não cometemos, com maior condescendência aos nossos próprios vícios.


Ver se o presente pode ser considerado um "nada" que simplesmente separa o passado e o futuro, da mesma forma como a linha imaginária que divide terras de cores diferentes sobrepostas em um vaso de vidro.


"O mito da racionalidade"

Muito provável que o alegado mito da racionalidade guarde relação com a impressão comum de que as opiniões sejam frutos de uma análise lógica e objetiva da realidade, quando, ao menos grande parte dessas opiniões, são na verdade fruto de opções valorativas (mais ou menos conscientes), havendo justificativas plausíveis mesmo pata opiniões contrárias (negando seu caráter objetivo ou "matemático" - o que seria verificável na sensação de que a opinião externada seria a única opinião aceitável, imaginando-se que seria construída "racionalmente").

Muitos acusam a racionalidade pelos males provocados pelo homem, quando na verdade talvez tenha sido o seu contrário, a bestialidade a causadora dos males. O descompromisso com a racionalidade abre brechas para grandes questões problemáticas que podem advir.

A religiosidade, por sua vez, apresenta questões intrínsecas que podem ser acusadas como inerentes, enquanto a racionalidade parece difícil (teria que haver acusações aos princípios inerentes á lógica e à racionalidade em si).


Arte e racionalidade

Ver relação entre arte com os elementos ordem, intencionalidade e racionalidade. (ver polêmica sobre inconsciente e linguagem)


Sabedoria retórica (ou retórica sábia)

Muitas vezes nos deparamos com a possibilidade de vir a contestar algumas máximas retóricas, protegidas muitas vezes pela aura de "santidade" a que se costuma atribuir ao emissor do discurso. "Deixai vir a mim as criancinhas" é só um exemplo desse tipo, que pode, dependendo do caráter mais ou menos simbólico que se queira atribuir, trazer em si grande sabedoria. "Tudo vale a pena se a alma não é pequena" é outro exemplo que, além de ilustrar o enunciado proposto, ainda serve pra explicá-lo em termos de sabedoria. Ora, é sabedoria extrair sabedoria do que quer que seja. Muitos desses enunciados, muito embora possam ser desconstruídos e até mesmo aniquilados a partir de contra-argumentações linguisticamente eficientes, podem também trazer aos que os interpreta algumas "verdades", enunciadas com o auxílio das ferramentas qui dispomos pra abrilhantar os ensinamentos (nem sempre se pode lecionar com base em frases tecnicamente perfeitas, porém herméticas). Assim, permite-se, obviamente, que se reflita criticamente sobre qualquer enunciado. Muitas vezes, contudo, e talvez considerando a arte que a vida pode enunciar, vale mais a pena (se a alma não for demasiado pequena) tentar buscar as "verdades" enunciadas, muito embora assim o sejam com auxílio da arte retórica.


Metateoria


Talvez nunca uma teoria seja abragente o suficiente pra incluir a si própria como objeto de suas análises, segundo sua própria metodologia desenvolvida. Exemplo matefórico pode ser como o da mecânica quântica, que explica os fenômenos que ocorrem no interior do átomo, mas não pode aplicar suas regras para explicar as relações que ocorrem entre um e outro átomo. Exemplo mais filosófico seria também o da dialética, que explica seus objetos de análise, mas que se analisada ela própria, teria que se superar (admitindo ainda uma "não dialética" como antítese, e o fato de que nunca uma tese - no caso a "dialética" - poderá gerar uma síntese como simples repetição - outra "dialética").


A repetição de discursos e ideias "enlatadas"

Ver possível relação entre a tendência de repetição nos seres vivos (no processo de tentativa e erro) como fundamentador dos processos de repetição acrítica de ideias e discursos que tornam possível o senso comum. A repetição como facilitadora no processo de compreensão da realidade (e as ideias e frases feitas utilizadas pelo homem médio).


Pelo quê vale a pena se sacrificar?


Como agir diante da inevitabilidade da ignorância

Talvez seja mesmo inevitável e necessário descobrirmos e adotarmos um modelo de pensamento que considere primordialmente o fato de que nunca conseguiremos absorver todo o conhecimento produzido ou produzível (idealizado como possível possibilitador de conclusões menos equivocadas sobre as coisas em geral e a realidade); o fato de que esse conhecimento é inevitavelmente dividido entre os seres humanos de forma que será sempre individualmente parcial ou fragmentado; o fato de que essas inevitabilidades não devam impedir de buscarmos respostas a algumas perguntas que se façam essenciais em matéria de objetivos a alcançar e métodos a seguir (inclusive no tocante à fixação dos objetivos e dos métodos). Diante de toda a incerteza, como agir? Parece essa uma questão fundamental, que se impõe a si mesma, na medida em que necessita de critérios para que possa ser considerada ou justificada como fundamental apesar da inevitável incerteza que a fundamenta.


Questões filosóficas ou éticas essenciaisEditar

  • ato de reprodução humana (o ato de gerar um novo ser e a responsabilidade ou consequência filosófica ou ética inerente a isso)
  • suicídio (por que não se suicidar? ou a quem pertence a nossa vida?)
  • como lidar com o erro (desdobramento: relação entre tolerância X repressão - até que ponto deve ir a tolerância e a a partir de quando é legítima a reação, inclusive violenta)


Ao que parece, os grandes e mais graves problemas do mundo estão relacionados a:


Outras questões essenciais:

Como resolver um impasse ideológico?


ver Reflexões: expressões

Erro, incoerência, imperfeição e ineficiênciaEditar

ver problemática do erro

Questão essencial. Concentrar esforços, na medida do possível, para tratar a questão do erro, da incoerência, da imperfeição e da ineficiência presentes na sociedade e no mundo natural, analisando até que ponto há a inevitabilidade insuperável e até que ponto a possibilidade/necessidade/vontade de aperfeiçoamento (para além da mera retórica).

Pode ser considerado uma das questões filosóficas ou éticas essenciais, ao lado do ato de reprodução humana e do suicídio. Também pode ser considerado como aquilo que é a consequência da ignorância, burrice ou má-fé.

ÉticaEditar

Ver possibilidade de fundamentação não metafísica da Ética


Ética e inteligência: os mais importantes atributos para o bom desenvolvimento da sociedade humana?


Como definir as características que tornam uma pessoa melhor? O que fazer para ser uma pessoa melhor?


Conhecimento da ética

Metáfora: Talvez o conhecimento sobre a ética possa se comparar ao conhecimento sobre coisas incertas como o mercado financeiro. Muito embora repleto de incertezas, alguns conseguem usufruir de suas benesses resultantes de escolhas acertadas, seja por conhecimento (baseado em pesquisas) ou por sorte (o que não me parece superar aquele decorrente do conhecimento).

Alguém que diga "se eu tivesse dinheiro suficiente também ficaria rico no mercado financeiro" estará provavelmente lançando só palavras ao vento.


Ética X grau de sacrifício

É possível uma ética sem qualquer sacrifício?


Ser feliz ou estar certo?

ver Reflexões: expressões

Atualmente as pessoas buscam incessantemente a felicidade sem se preocupar com o que é certo.


Parece que fazer parte da tradição humana ficar dividido entre o certo e o vício. Um dos mecanismos culturais criados pra facilitar as coisas neste aspecto foi a relativização do certo e errado, a tranformação do vício em certo, e a consequente morte da culpa.


O grau de discernimento como medida para intervenções éticas

Questão ética essencial parece ser a decisão acerca da capacidade de discernimento do outro. Posturas mais favoráveis à liberdade individual tendem a resultar em intervenções menores, mesmo diante de pessoas sem discernimento suficiente (até mesmo por impossibilidade de medição eficiente) enquanto intervencionistas maiores correm risco de limitar a ação dos comportamentos alternativos ou dos que se propuserem a serem conscientemente inconsequentes para consigo mesmo (questão de decidir quem sabe o que é melhor pra si e para os outros e quem tem condições de realmente saber o que é melhor pra si e para os outros X liberdade de errar).


As pessoas têm o direito de ser idiotas?

Desdobramento:

- A questão ética e o compromisso com a ação eficiente.

- O direito de ser ignorante (permanecer ignorante). Reflexos na vida de terceiros (ver democracia e eleições).

- Ex.: "Eu tenho direito de ter opinião sobre qualquer coisa, por mais complexa que seja, sem ter que precisar pesquisar sobre o assunto".


Cultura e ética


Ver relação entre cultura e caráter. Verificar padrões de pensamento e opiniões conforme grau de escolaridade.


O homem médio e a mentira confortável

ver Reflexões: expressões

Passividade e atividade. Passividade do indivíduo enquanto engrenagem feliz do sistema. O sistema totalitário condutor do indivíduo, de sua consciência e aceitação.

O escravo feliz. Felicidade na escravidão. Felicidade na alienação. A ideia de felicidade, bem-estar e satisfação.


Divagação: É mais ético ser bonito ou feio?


Analisar a eticidade da conduta do funcionalismo público em favor de seu aumento salarial assim como e realização de greves em busca desse objetivo.



Reflexões:


É possível ser inocente? (relação oprimido X opressor, violência, barbárie, injustiça, beneficiado X vítima, etc.)

LógicaEditar

É a lógica o último refúgio do absoluto? Ver críticas sistematizadas por Edgar Morin (especialmente em seu "Método 4: as ideias")

Convivência entre senso crítico e lógica

Não há que se falar em excesso de senso crítico como algo nocivo, assim como não haveria que se falar em excesso de lógica como algo nocivo. Ver críticas sistematizadas por Edgar Morin (especialmente em seu "Método 4: as ideias")

Ver possível excesso de racionalidade.


O absoluto e a linguagemEditar

Talvez um dos maiores problemas relacionados à discussão sobre o absoluto e o relativo esteja relacionado, como grande parte dos problemas filosóficos fundamentais, a uma questão de interpretação linguística.

Dessa forma, condicionaríamos as respostas a perguntas como "é possível a existência do absoluto?" ou "é possível a existência de mais de um absoluto?" às definições que daríamos à palavras como absoluto e relativo. Como exemplo, se considerarmos que a matemática tenha regras absolutas (p. ex. "1+1=2") e outra disciplina, como a biologia, também o tenha, poderíamos dizer que tratam-se de absolutos em universos diversos, mantendo-se pelo simples fato de que um jamais contrariaria o outro (pois quando postulados se contrariam, fica difícil defender os dois como absolutos - talvez um o seja, ou talvez nenhum, jamais os dois, a menos que a contradição seja apenas aparente). Outro exemplo, se considerarmos algumas regras lógico-matemáticas como absolutas (1+1=2; a metade de um número vezes dois é sempre igual ao próprio número; etc.) teríamos que seria possível a existência de mais de um absoluto em um mesmo "universo" ou campo de conhecimento. No entanto, se dissermos que cada um desses absolutos estaria restrito ao seu "universo" ou campo de conhecimento, estaríamos "relativizando" referido absoluto? (por vincularmos a algo, tornando-o assim relativo a algo, no caso, ao universo que o abriga). Mas seriam essas as utilizações mais adequadas aos termos "absoluto" e "relativo" de forma a melhor compreender as ideias que se tenta expressar com referidas palavras?

Importa ressaltar ainda a possível ligação do absoluto (ou a crença ou possíveis indícios de sua existência) sempre que identificamos um "vetor" que oriente um fato ou ação em uma direção considerada "melhor" por algum motivo. Admitindo que haja as ideias de "melhor" e "pior", estamos admitindo uma direção que indica propriamente um progresso, uma evolução de um estado "menos" para um estado "mais", sendo plenamente possível admitirmos, portanto, uma ideia "horizonte" que guie esse julgamento. Caso contrário, aceitando o relativismo das opções, seremos obrigados a admitir, por coerência, que não há essa linha de progresso, pois também não poderíamos identificar um "melhor" e um "pior" (pois, no máximo, admitiríamos que é o "melhor" para mim, mas ainda assim poderíamos dizer que alcançamos, no limite do meu individualismo e até egoísmo, um absoluto). Teríamos, assim, de novo, o problema da linguagem (absoluto para mim - absoluto de fato, e não apenas algo que eu considere absoluto - ex.: gordura hidrogenada é pior para minha saúde, sendo pra mim uma ideia absoluta e incontestável; diferente de eu "acho" que gordura faz mal, mas isso não pode ser considerado absoluto - nesses casos pode-se perceber uma apuração da ideia de absoluto a partir da melhor delimitação do campo aonde se insere a ideia objeto do julgamento - ex.: melhor em que sentido? faz mal em que sentido? etc.).

RelativismoEditar

Analogia: como um relativista tenta escapar de um xeque-mate? Questionando as regras, a autoridade da peça, etc.

Bom senso/Senso comumEditar

Diante da ascensão da complexidade e do questionamento ao pensamento paradigmático, seria possível falar na morte do bom senso?

LinguísticaEditar

Ver os limites de significação como limites ao relativismo.


FelicidadeEditar

ver felicidade


Felicidade como maximização do prazer (ou bem estar) e minimização do sofrimento.

Felicidade como maximização do conforto ou bem estar e minimização das sensações de desconfortantes e/ou tédio.

Felicidade relacionada à metáfora do paraíso religioso.

Felicidade como prazer contínuo (ou conforme nossa vontade).

Felicidade como ato de gostar da própria vida (gostar da vida, ou gostar da vida que se leva).

Felicidade como fazer o que se quer a hora que se quer (controlando as sensações de prazer e dor).

Felicidade como estado ativo ou passivo.

Felicidade do corpo e felicidade da mente.

Filosofia / TeologiaEditar

Diminuição do sofrimento X Necessidade de Deus

A relevância atual do primeiro mandamento. Quem ama a Deus sobre todas as coisas?

Qual a importância do estudo e da pesquisa em matéria de religião?

Pesquisar a natureza da : objetivos e justificações em sua relação com a questão das provas, a dúvida e seu sistema de autorreferência.

Filosofia políticaEditar

Qual papel deve ser atribuído à opinião do ignorante?

Desdobramentos:

- Qual papel deve ser atribuído à opinião do ignorante na democracia?

- O que esperar do "homem sem história"?

- Ver direito de ser idiota

- Ex.: "Eu tenho direito de ter opinião sobre qualquer coisa, por mais complexa que seja, sem ter que precisar pesquisar sobre o assunto".


Há um componente autoritário inevitável na democracia?

Desdobramento:

- A defesa do princípio democrático e das garantias individuais necessárias ao funcionamento eficaz da democracia.

- Ver possibilidade de identificação ou estabelecimento de pressupostos (mínimos) (racionais ou outros) necessários ao sistema democrático (por sua própria essência ou natureza).


Na democracia, como decidir qual a população interessada que deve ser privilegiada a opinar no processo de decisão?


Como resolver da melhor forma a relação entre Democracia X direitos individuais?


A questão da revolução: incentivá-la ou evitá-la?


A relação entre aspectos políticos, jurídicos e culturais na contemporaneidade

Política: democracia liberal/progressista

Jurídico: garantista e principiológica

Cultural: futilidade e consumismo - a sociedade hedonista e a adesão ao prazer e diversão oferecidos pela indústria

Possíveis paradoxos e círculos viciosos:

  • O possível pacto entre forças progressistas e a indústria: o aumento do consumo
  • A democracia e o paradoxo entre tempo livre, consumo e consciência política (possível círculo vicioso - a falta de consciência e o possível modelo aristocrático progressista)


Posição acerca dos problemas sociais e outros

Há problemas? Se há, qual o papel do indivíduo? 1) Pode ignorar, por entender que não é problema seu. 2) Pode se comprometer a atuar de forma a resolver ou minimizar o problema. Se for a segunda opção, há que se traçar meios eficazes para tanto e estabelecer o grau de envolvimento (observando provavelmente alguma relação custo/benefício, variável conforme o caráter de cada um).


Os que não são aptos a formular raciocínios adequados acerca do mundo da vida devem ser excluídos e/ou conduzidos pelos mais aptos? (O papel do ignorante e o possível autoritarismo democrático).


Modelo de discussão democrática nos locais de trabalho: espaço concedido pelo empregador periodicamente (diariamente ou semanalmente) para que os trabalhadores discutam questões relacionadas aos seus interesses, relacionados á cidadania, formação e conscientização política e jurídica e necessárias ao aprofundamento da democracia. Questão de interesse público.


Objetivo político/social: Diminuição do sofrimento?

Liberdade enquanto autonomia (versus heteronomia); Sofrimento X ópio.


Forças armadas

Ver: A abolição das forças armadas pode ser inconstitucional (e antidemocrático) em face dos interesses de minorias?


Diferenças individuais fundamentais e convivência

Salvo melhor juízo, eu diria que a convivência pacífica e eficaz entre os indivíduos precisa passar pela análise de como cada um coloca em sua escala de valores questões como o sofrimento, a empatia e a democracia (entendida aqui por seu viés de compartilhamento espontâneo de poder).


A tensão da democracia

Sobre a democracia, possível perceber um embate dialético entre seu viés de compartilhamento de poder e o viés de defesa de regras intrinsecamente necessárias à manutenção do sistema democrático (estas últimas carentes ainda de um consenso pacificador, estando relacionadas à questão dos direitos individuais e fundamentais). Um exemplo meramente ilustrativo desse embate se daria, por exemplo, no caso de as classes populares historicamente alijadas do poder apresentarem tendência autoritária e antidemocrática (no sentido de manutenção das regras do jogo), fazendo com que a ampliação do compartilhamento de poder apresente como resultado um sistema menos democrático (ou seja, o contrário do que seria esperado em condições ideais) do que se seus elementos antidemocráticos não participassem do poder (contradição intrínseca que clama por reflexões, ainda que se considere a insolubulidade prática da tensão em termos absolutos).


Democracia de massas II

Um dos maiores problemas da filosofia política contemporânea deve ser o fato de as pessoas terem sido chamadas a participar da vida política e econômica sem o devido preparo para isso. Dessa forma, seguem como instrumentos nas mãos dos que se beneficiam do aumento de seu consumo (de bens e diversão) e alienação política.


Direito de ser ignorante (ver direito de ser idiota)

O direito de ser ignorante (permanecer ignorante) e os reflexos na vida de terceiros (democracia e eleições).


Requisitos mínimos do eleitor

Ver requisitos mínimos para o eleitor, tendo em vista a ética relacionada ao poder de decisão e a influência na vida de terceiros.


A morte e a legítima defesa: Legítima defesa como brecha para relativização do homicídio


TolerânciaEditar

Qual o limite de aceitabilidade do erro (questão essencial inevitavelmente controvertida: tolerância X repressão - até que ponto ou quais comportamentos se devem tolerar e quando se deve reagir, e, admitindo-se a necessidade de reação, qual a medida adequada ou limite da reação/repressão, inclusive violenta)

SociologiaEditar

É a racionalidade uma construção/apropriação/ferramenta burguesa?

Desdobramentos:

- O problema do raciocínio lógico.

- Modelo de Educação e democracia.


Analisar semelhanças entre o papel desempenhado na organização social pela elite do funcionalismo público e pela nobreza

ver Nobreza X Funcionalismo Público


Possível identificação da elite do funcionalismo público contemporâneo com a nobreza de épocas passadas

Conservadorismo decorrente dos elementos 1) patrimônio, 2) família e 3) renda/poder decorrente da relação com o Estado.


Retórica pseudo-progressista do funcionalismo público: mero fruto de um discurso esquerdista universitário?



Direito PenalEditar

Ver questão dos crimes violentos (natureza e diferenciação) tendo em vista as sequelas permanentes provocadas (impossível o retorno do status quo ante)

Realizar estudo de Direito Penal comparado

Pesquisar trabalho do preso e constitucionalidade


Condenar sem provas

A condenação de um indivíduo, embora culpado, sem provas acerca de sua culpa, possibilita que no futuro seja condenado, sem provas, quem não tem culpa. (Ver ainda a inevitabilidade de, da proteção do inocente, decorrer livrarem-se um certo número de culpados).


Ver tendência de valoração com maior reprovabilidade para as práticas que não cometemos, com maior condescendência aos nossos próprios vícios.


"O Direito é um reflexo do que não conseguimos alcançar com base na moral média." Prof. Alexandre Rocha Almeida de Moraes



Direito penal e dosimetria da pena

O problema da proporcionalidade da pena justa


Direito penal X garantismo

combates ao terrorismo, crime organizado, tráfico de drogas e corrupção

Filosofia do DireitoEditar

Se existe, em que consiste o princípio da racionalidade?


É possível falar em uma espécie de imperativo lógico-racional em relação aos direitos fundamentais e à democracia?


Ver possível relativização da dignidade (com ou sem núcleo duro essencial). Alguns indivíduos podem ser colocados em situações com mensuração diferenciada (ver questão dos presidiários, dignidade e liberdade, etc.)

Ver possível caracterização enquanto direito, princípio de direito e fundamento.

Analisar situações de impossibilidade fática (material ou lógica).


Justiça e DireitoEditar

- Justiça X Direito (Incerteza da Justiça X garantias individuais - ou ainda, amplitude dos termos e possível similaridade tanto no juspositivismo como no jusnaturalismo)

- Justiça X Segurança (considerar possibilidade de incerteza da Justiça ceder à segurança em garantias individuais mínimas)

- Justiça X Prescrição/Decadência (ver possibilidade de redução e não extinção).


Justiça por linhas tortas

Uma injustiça pode ser remediada com uma outra que resulte em efeito contrário à primeira? (Ex.: criminoso absolvido é depois condenado por crime que não cometeu).

A questão parece ainda apresentar desdobramentos em relação a temas como linchamentos e outros justiçamentos pelas próprias mãos.



Ideário de JustiçaEditar

Tirar de quem merece é pior que dar a quem não merece, não sendo apenas lados opostos da moeda (se um dos lados vale mais do que o outro)? Referido referencial consta em nosso imaginário histórico constitutivo da ideia de justiça, por exemplo aquela extraída do universo judaico-cristão, com a graça divina (Deus é justo e pode dar, gratuitamente, sua graça, mas seria injusto se não desse aquilo que prometeu aos que fazem por merecer).


Direito X FinançasEditar

Os custos financeiros dos direitos fundamentais (medicamentos, alimentação, saúde, moradia, educação, segurança, fiscalização, punição, etc.)

Antropologia / Sociologia / PsicologiaEditar

Ver questão da autovaloração ou autovalorização a partir ou com base no exercício do poder ou autoridade.


Futebol

O futebol como forma de "ser alguém" (a dialética do outro - o adversário, autoestima na vitória ou na derrota do inimigo, no acerto de previsões, construção de autoridade ou senso de autoridade, etc.)


A disputa intelectual X homem médio


Valoração / reprovabilidade


Ver tendência de valoração com maior reprovabilidade para as práticas que não cometemos, com maior condescendência aos nossos próprios vícios


Incoerência / Homem médio


Ver se a incoerência discursiva (decorrente de comprometimento do juízo lógico-racional) é uma característica intrínseca e/ou essencial do homem médio.


Desdobramentos: Mito da eficiência da comunicação lógico-racional.


Conforto X Incômodo

Verificar as relações entre conforto e incômodo como essenciais à dialética da ação e da inação.


Pesquisar de que forma a dor influencia na formação da personalidade e visão de mundo dos indivíduos.


Formação das preferênciasEditar

Pesquisar a quantas andam as teorias que explicam os motivos de as pessoas preferirem o que elas preferem, quando as opções escolhidas costumam varias entre os indivíduos. Especialmente em matérias como: alimentação, humor, sensibilidades físicas ou psicológicas, gostos artísticos e estéticos em geral, sexuais, etc.



Biologia / Natureza / Competitividade Editar

Síndrome da Rainha Má

Restaria ao homem o desejo de estar sempre no topo, como ocorre no caso do macho-alfa? Dada a impossibilidade de atingir o topo da espécie humana (historicamente parece não ter havido nunca um homem em posição superior a todos os demais), acabaríamos por nos contentar com níveis menos amplos de superioridade? Apesar disso, o ideal permaneceria o topo da espécie, com desejo de eliminação dos que obstaculizam isso (síndrome da Rainha Má da Branca de Neve)?

Questões diversasEditar

Do ponto de vista dos resultados, é melhor treinar/praticar com alguém muito superior ou com alguém do mesmo nível? Há uma regra possível para essa questão ou quais as variáveis que podem influenciar?


Qual o limite de aceitabilidade do erro (questão essencial inevitavelmente controvertida: tolerância X repressão). (ver problemática do erro).


O problema da ineficiência e a sobrevivência do ineficiente

Uma das grandes questões humanas a serem enfrentadas deve estar relacionada ao que eu chamaria "sobrevivência do ineficiente". Dito de outra forma, como lidar com a ineficiência técnica ou profissional do ser humano em um mundo que visa à otimização das práticas e recursos, seja em nome do progresso da humanidade, da diminuição das mazelas sociais ou da própria relação com o meio ambiente - o que acaba estando ainda diretamente relacionado às questões concernentes ao exercício do poder político e da democracia. Possivelmente estar-se-ia diante de um paradoxo em que aquele considerado ineficiente (por falta de qualificação técnica, cultural ou intelectual) necessita se inserir no sistema pra sobreviver, ao mesmo tempo em que suas ações (muitas das quais podendo ser consideradas como não adequadas) gerarão consequências a todos os envolvidos e contribuindo com o próprio mau funcionamento do sistema.

Nota: Obviamente que a resposta fácil está relacionada à educação (muitas vezes considerada a grande panaceia da modernidade). E por ser a resposta fácil, obviamente conta com desdobramentos mais ocultos e muito mais complexos (por exemplo, muitas pessoas com formação considerada até razoável mantém características de não otimização das práticas e recursos, incapacidade técnica, intelectual ou cultural aquém da desejada para níveis considerados ótimos de desenvolvimento humano e da sociedade - mas mesmo assim, em nome da sobrevivência de si próprios e do sistema econômico, estão atuando livremente em todas as áreas). O paradoxo maior mencionado está relacionado ao fato de que referidos indivíduos precisam necessariamente estar inseridos no sistema, mesmo que sua capacitação não seja aquela considerada adequada (muitas vezes longe disso), com atuações que acabariam contribuindo para a perpetuação das imperfeições do próprio sistema, alimentando um círculo vicioso de difícil (ou mesmo impossível) solução - afinal, seu desemprego ou eliminação (que não pode ser de forma alguma desejado no atual estado da civilização) gerariam problemas possivelmente maiores. Seríamos então, se isso for verdade, condenados a um sistema humano inevitavelmente ineficiente? Seria a política a forma atual encontrada para a definição da maneira como serão suportados esses custos?



O problema do professor: Lecionar para uma mesma faixa etária ao longo dos anos poderia acabar produzir uma sensação angustiante de estagnação intelectual, na medida em que todo o aprendizado de um período regrediria à zero com a próxima turma. Seriam sempre as mesmas ignorâncias, as mesmas arrogâncias, as mesmas dúvidas básicas (variando pouco conforme a evolução das gerações), como se nada houvesse sido aprendido em todos os anos de militância educacional. Talvez um trabalho sem retorno adequado e sem perspectivas de efetividade para além do espaço físico da sala de aula e temporal de um período letivo.


27/11/2014:

Analisar as razões pelas quais a sociedade tem combatido a mortalidade infantil.

Filosofia e religião: Do ponto de vista estritamente religioso, seria a vida uma maldição que devemos passar adiante para que não sejamos nós próprios condenados?


A lógica da disputaEditar

Analisar a inserção da disputa na cultura e natureza humanas, considerando seu caráter aparentemente primitivo.


Talvez seja possível falar na existência de dois tipos de homens progressistas: aqueles que o são por negar a maldade e os vícios inerentes à natureza (humana ou não) e aqueles que recinhecem esses vícios como inerentes, e estabelecem estratégias para mitigá-los (diferentemente daqueles não progressistas que os afirmam).

Os grandes problemas da humanidadeEditar

Elejo a comunicação como fazendo parte das grandes questões que podem tornar impossível qualquer perspectiva de construção de mundo melhor.

Outros estariam relacionados à ética e à inteligência (essencialmente lógico-racional). No mesmo sentido, seria possível dizer que todos os grandes problemas decorreriam, conforme já anunciado, da trindade burrice, ignorância e má-fé. Todos eles, direta ou indiretamente, estariam relacionados à problemática da ética, da inteligência e da comunicação. Em última instância, é possível que o nó górdio possa estar na comunicação.

Teorias em construçãoEditar

Angústia do 10% (ou angústia da exceção): relacionada à tendência das pessoas darem mais importância ao "não catalogável" como forma de concluir que as coisas não seriam catalogáveis, motivando a ausência de iniciativa em busca de padrões e ordenações que expliquem a realidade. Essa sensação de incapacidade de compreensão em relação às situações limítrofes (minoritárias em relação ao todo) gera equivocadamente a sensação de que tudo é relativizável e, assim, impossível de apreensão pelos sentidos e pela razão.


Obras/Ideias em elaboração/construçãoEditar

Banco Imobiliário (Monopoly) dos entendidos

Pesquisa feita com medíocres e loucos, indica que os mediocres preferem ser medíocres enquanto os loucos preferem ser loucos.

Como resolver um impasse ideológico?: hipóteses iniciais indicam a busca por um terreno objetivo de consenso possível entre os envolvidos.

Dilemas e paradoxosEditar

Atualmente acredito que, a partir de uma análise acerca da "contradição" (e de qual poderia ser a forma mais adequada de lidar com ela), destaco os seguintes dilemas que orientarão minhas análises acerca do tema (concomitante obviamente, em todos os casos, à análise de seus limites):





Temas de pesquisasEditar

Organizações criminosas no mundo

Grupos armados

Violência/linchamento

Funcionamento do ONU


Assuntos relacionadosEditar

Reflexões: expressões

Reflexões: discussões

Anotações

Formação acadêmica: anotações

Meus textos

VoltarEditar

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