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PESQUISAS E TEXTOS EXTRAÍDOS DA INTERNET:


Fica refletida na pesquisa, que os entrevistados com baixo grau de escolaridade mostram-se mais favoráveis à pena de morte, pois 70% das pessoas pesquisadas na sociedade opinaram á favor.

Passando a pesquisa para os acadêmicos do curso de direito, os quais já apresentam conhecimentos jurídicos, o resultado inverteu-se para 72% (setenta e dois por cento) desfavoráveis a aplicação da penalidade máxima. Observa-se ainda, que direcionando a indagação para outra área acadêmica, que não a jurídica, sobe novamente o índice de favoráveis a pena capital, pois entre os acadêmicos de psicologia ficou em 38% (trinta e oito por cento) a porcentagem de favoráveis.

Tratando-se de profissionais da área jurídica, o índice que favoráveis a pena de morte cai para 10% (dez por cento) dos inquiridos.

http://www.uniplac.net/emaj/Artigos/007.pdf#page=2&zoom=auto,0,267


Bandeira Conservadora

A única saída da oposição

10/2011

[...] o viés conservador do brasileiro parece cair por terra quando se trata da pena de morte. “Apenas” 45,4% dos entrevistados (atentem para as aspas no advérbio) se declararam a favor da pena de morte, enquanto 49,5% se declararam contra e 5,1% disseram não saber. A aceitação da pena de morte é maior no Sudeste (46,8%) e nas regiões metropolitanas (51,3%) e menor no Centro-Oeste/Norte (42,5%) e nas capitais (43,1%). Quanto ao grau de instrução não há diferença alguma entre os extremos: 41,3% dos que só têm o 1º grau completo aprovam a pena de morte, assim com 41% dos que têm nível superior completo. A aprovação maior se dá entre os que têm 2º grau completo, chegando a 47,8%.

http://www.jornalopcao.com.br/posts/reportagens/a-unica-saida-da-oposicao


PUNIÇÃO PARA BANDIDOS

Apesar do elevado índice de violência na Grande Vitória, percebe-se que a população ainda tem uma visão humanizada dos bandidos, já que 74% dos entrevistados concordam com a afirmação de que a hostilidade sofrida pelos prisioneiros nos presídios refletirá em suas atitudes posteriores.

Confirmando essa hipótese, em 2010, 77% dos respondentes afirmaram que concordam (total ou parcialmente) que uma boa estrutura nas prisões, que ofereça ocupação para os presidiários, pode contribuir para uma mudança de comportamento dos bandidos. Dentre os entrevistados de maior escolaridade (nível superior) e maior renda (classes A e B) o apoio a uma prisão com uma estrutura melhor é ainda maior: 81% e 85% respectivamente.

[...] No total, 48,5% disseram que os presos têm direitos demais (43,6% discordaram). Por nível de escolaridade, essa afirmação foi igual a 50,8% no fundamental, a 50,5% no médio e a 40,5% no superior. Na divisão por classes, esses valores foram de 37,2% dos entrevistados das classes A/B, 53,8% da classe C e 48,9% da D/E.

http://www.vepema.com.br/vepema/cariboost_files/PUNI_C3_87_C3_83O_20PARA_20BANDIDOS_20-_20PESQUISA_20FUTURA.pdf


Pena de morte é defendida por 50%

01/01/2004

A parcela da população brasileira que defende a pena de morte não se alterou nos últimos anos, segundo pesquisa Datafolha. O que cresceu foi o percentual dos entrevistados que acredita que a violência tem de ser prevenida mais pelo combate ao desemprego e melhoria da educação do que pela repressão policial.

[...] Dos 12.180 entrevistados, 64% defenderam o combate ao desemprego e a melhoria na educação como prioridades. É o maior índice dos últimos anos - foram 58% em setembro de 2002 e 58% em junho de 2000.

[...] Na pesquisa de dezembro, defenderam a priorização do combate ao desemprego e melhoria na educação principalmente os entrevistados com nível superior de escolaridade e os com renda familiar mensal superior a dez salários mínimos. [...]

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff0101200406.htm


Redução da idade penal tem apoio de 85% em São Paulo

02/08/2006

A maioria dos paulistas é favorável à redução da maioridade penal (85%) e à proposta de obrigar presos a trabalharem (97%). Também a maioria, mais de 52%, é a favor da aplicação do regime aberto e penas alternativas para crimes de baixa gravidade. O retrato das convicções dos 40 milhões de habitantes de São Paulo sobre o assunto está em pesquisa exclusiva Estado/Ibope, publicada nesta quarta-feira (2/8) no jornal O Estado de S. Paulo.

Oferecer trabalho aos presos e responsabilizar penalmente menores a partir dos 16 anos são quase unanimidades, sem levar em conta diferenças de sexo, idade, nível de escolaridade, renda familiar, religião, cor e a região dos 1.204 entrevistados pelo Ibope em 64 cidades do estado, entre 28 e 30 de julho. A aceitação do regime aberto e das penas alternativas para crimes de baixa gravidade tem oscilações grandes entre os grupos sociais ouvidos, com uma tônica geral: quanto maior a renda e a escolaridade, maior a compreensão da necessidade de aceitar essas medidas para evitar presídios superlotados.

Os mais pobres, com renda até dois salários mínimos, e com escolaridade até a quarta série interpretam as penas alternativas como sinônimo de impunidade, artifício para deixar criminosos soltos, e engrossam o conjunto dos 37% que são contra o sistema de progressão das punições e a política que evita misturar quem cometeu pequenos delitos com condenados perigosos. Quase 40% dos paulistas defendem punições rígidas a todos tipos de crimes.

Se a diferença entre os que são a favor (97%) e contra (2%) o trabalho para os presos chega a 95 pontos porcentuais, e a diferença entre os que são a favor (85%) e contra (10%) a redução da maioridade penal é de 75 pontos, a distância entre opiniões quando a pergunta versa sobre adoção do regime aberto e penas alternativas para crimes de menor gravidade cai para 15 pontos porcentuais. São 52% os favoráveis e 37% os contrários.

Entre os que têm escolaridade até no máximo a quarta série do ensino fundamental as penas alternativas e a progressão têm menor aceitação. A diferença de opiniões nesse extrato é de só 4 pontos porcentuais. A maioria — 44% a 40% — é contra as penas alternativas e o regime de progressão. A diferença a favor das punições alternativas cresce com o aumento de escolaridade: 53% a favor e 35% contra entre os entrevistados que têm entre a quinta e a oitava séries; 56% a favor e 35% contra entre os que têm ensino médio, e 60% a favor das penas alternativas e 34% contra entre os que têm ensino superior.

Entre os entrevistados de maior poder aquisitivo, com renda de mais de dez salários mínimos, 63% são a favor das penas alternativas e 28% contra. Entre um e dois mínimos há uma diferença de 4 pontos porcentuais - 46% a favor e 42% contra as penas alternativas e a progressão das punições. Isso redunda em quase empate técnico, uma vez que a pesquisa Estado/Ibope tem margem de erro de 3 pontos porcentuais para mais ou para menos. Na faixa de um salário mínimo, a diferença é só de 5 pontos.

Ainda que igualmente polêmica, a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos revela-se idéia de ampla aceitação (85%), com particularidades que registram pequenas variações entre os entrevistados. Quanto mais idade e maior a renda, maior a adesão. Até mesmo na faixa da população entre 16 e 24 anos a adesão à redução da responsabilidade penal chega à casa dos 80%. Entre os com idade acima de 50 anos, a idéia é defendida por 89% dos ouvidos.

As famílias de renda mais baixa, que vivem em áreas metropolitanas mais degradadas, com menos segurança pública e mais sujeitas ao envolvimento com delitos violentos temem mais pela eventual imposição da redução da maioridade penal. São contra a redução 84% entre os que ganham de um a dois mínimos e 81% entre os que ganham até um mínimo; há 89% de adesão à idéia entre os que têm renda superior a dez mínimos.

http://www.conjur.com.br/2006-ago-02/reducao_idade_penal_apoio_85_sao_paulo


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