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Platão

Citações:


Harmonizando-os pela persuasão ou pela coação, e fazendo com que partilhem uns com os outros do auxílio que cada um deles possa prestar à comunidade; ao criar homens destes na cidade, a lei não o faz para deixar que cada um se volta para a atividade que lhe aprouver, mas para tirar partido dele para a união da cidade. (PLATÃO, 2000, p. 215).


Se assim não fosse, não haveria quem fosse rico em excesso, nem completamente privado de recursos. [...] é evidente, portanto, que, na cidade em que vires mendigos, em tal lugar se açoitarão ladrões, carteiristas, salteadores de templos e autores de malfeitorias dessa espécie. – evidente. – Então! Não se vêem mendigos nos Estados oligárquicos? – Quase todos, exceto os governantes. (PLATÃO, 2000, p. 248-249).


E eles, nos seus julgamentos, acaso pretendem qualquer outra coisa de preferência a isto: evitar que cada um detenha bens alheios ou seja privado dos próprios? [...] E deste modo se concordará que a posse do que pertence a cada um e a execução do que lhe compete constituem a justiça. (PLATÃO, 2000, p. 129).


Mas o extremo excesso de liberdade, meu amigo, que aparece num Estado desses, é quando homens e mulheres comprados não são em nada menos livres do que os compradores. [...] Sobrevém a mesma enfermidade que na oligarquia, e que a deitava a perder; nascendo, aqui, também, da liberdade de fazer tudo, torna-se mais amplo e mais forte, até reduzir a democracia à escravatura. É que, na realidade, o excesso costuma ser correspondido por uma mudança radical, no sentido oposto, quer nas estações, quer nas plantas, quer nos corpos, e não menos nos Estados. (PLATÃO, 2000, p. 261).


Pode acontecer que os nossos governantes precisem de usar mentiras freqüentes e de dolos para benefício dos governados. Nós dissemos algures que todas essas coisas eram úteis sob a forma de remédio. (PLATÃO, 2000, p. 154).


Direi pois que os justos, quando se tornam mais velhos, atingem na sua cidade os postos que quiserem, casam com quem quiserem, e dão os filhos em casamento a quem quiserem. [...] Serão assim os prêmios, recompensas e dádivas que o justo recebe, em vida, dos deuses e dos homens, além daqueles bens que a própria justiça lhe proporciona. [...] Ora, esses nada são, em número nem em grandeza, em comparação com os que aguardam cada um deles depois da morte. É isso que é preciso escutar, para que cada um receba exatamente aquilo que, por força da argumentação, lhe é devido. (PLATÃO, 2000, p. 313).


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ReferênciasEditar

PLATÃO. A República. 3. ed. São Paulo: Martin Claret, 2000.

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