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Jarbas PassarinhoEditar

Jarbas Gonçalves Passarinho (Xapuri, 11 de janeiro de 1920) é um militar e político brasileiro.

Entrou na política após o Golpe de 1964.

Governador do Pará (1964-1966). Em 15 de junho de 1964 foi empossado em lugar do deposto Aurélio do Carmo.

Ministro do Trabalho e Previdência Social no governo Costa e Silva sendo mantido no cargo pela Junta Militar de 1969 que assumiu o poder após o afastamento do presidente da República até que o presidente Emílio Garrastazu Médici o nomeou ministro da Educação. Em sua atuação como ministro de estado foi signatário do Ato Institucional Número Cinco em 13 de dezembro de 1968.

Um dos fundadores do PDS.

Presidiu o Senado Federal (1981-1983) durante o governo João Figueiredo.

Foi nomeado Ministro da Previdência Social pelo presidente João Figueiredo.

Oposição ao governo José Sarney.

Eleito presidente do diretório nacional do PDS, renunciou pouco antes das eleição presidencial de 1989.

Ministro da Justiça no governo Fernando Collor.

Presidente da CPI do Orçamento.


Área de atuação/EspecialidadeEditar

Militar e político


Região/Âmbito de atuaçãoEditar

Origem: Acre

Vida política no Pará


DatasEditar

Local de origemEditar

Origem socialEditar

Filho de Inácio de Loiola Passarinho e Júlia Gonçalves Passarinho.


Formação acadêmica/Influência teóricaEditar

HistóriaEditar

Dicionários e EnciclopédiasEditar

DicionáriosEditar

EnciclopédiasEditar

Barsa eletrônicaEditar

WikipédiaEditar

http://pt.wikipedia.org/wiki/Jarbas_Passarinho


Ideologia/Partido/ReligiãoEditar

ARENA

PDS


Posição no espectro ideológicoEditar

Vinculação institucional e/ou internacionalEditar

Grupos/organizações vinculadas ou identificadasEditar

AutodefiniçãoEditar

Algumas bandeiras oficiais ou normalmente defendidasEditar

Alas/tendências/escolas/correntesEditar

Personalidades relacionadasEditar

Antecessores/InfluênciasEditar

Aliados tradicionais/históricosEditar

Sucessores/dissidênciasEditar

Contribuições/Realizações/RelevânciaEditar

Cargos públicos/outras atividades ou Organização Interna/Bancadas/Número de filiadosEditar

Governador do Pará (1964-1966)

Senador pelo Pará (1967-1974)

Ministro do Trabalho e Previdência Social (1967-1969)

Ministro da Educação (1969-1974)

Senador pelo Pará (1974-1983)

Presidente do Senado Federal (1981-1983)

Ministro da Previdência Social (1983-1985)

Senador pelo Pará (1987-1995)

Ministro da Justiça (1990-1992)


Cargos eletivosEditar

Governador do Pará (1964-1966)

Senador pelo Pará (1967-1974)

Senador pelo Pará (1974-1983)

Senador pelo Pará (1987-1995)


Outras atividadesEditar

Números/EstatísticasEditar

Patrimônio/RendaEditar

Oponentes tradicionais/históricosEditar

Críticas registradasEditar

ObrasEditar

CitaçõesEditar

"Às favas, senhor presidente, neste momento, todos os escrúpulos de consciência." A frase, que foi modificada na ata sem prejuízo de sentido (as "favas" foram trocadas pela conjugação verbal "ignoro"), foi dita pelo então ministro do Trabalho e da Previdência Social Jarbas Passarinho durante a reunião do AI-5, em 1968.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/treinamento/hotsites/ai5/personas/jarbasPassarinho.html


InternetEditar

"Às favas, senhor presidente, neste momento, todos os escrúpulos de consciência." A frase, que foi modificada na ata sem prejuízo de sentido (as "favas" foram trocadas pela conjugação verbal "ignoro"), foi dita pelo então ministro do Trabalho e da Previdência Social Jarbas Passarinho durante a reunião do AI-5, em 1968.

Apesar de afirmar em entrevistas que, no papel de ministro, interferiu nos sindicatos apenas em questões de corrupção, no período de vigência do AI-5, mais de cem dirigentes sindicais foram destituídos dos cargos durante sua gestão.

Passarinho nasceu em Xapuri (AC) em 1920, participou da articulação do golpe de 64 e, no mesmo ano, assumiu o governo do Pará, indicado pelo presidente Castello Branco.

Com a posse de Emilio Garrastazú Medici, assumiu a pasta de Educação em 69. Passarinho, que entrou na Escola Militar do Realengo 30 anos antes, implantou sistema de créditos, ciclos básicos de disciplina e um novo regime de cátedras, na reforma universitária brasileira conhecida como MEC-Usaid, por causa do apoio do governo norte-americano.

Em 77, três anos após ter voltado ao Senado, defendeu na tribuna a substituição do AI-5 por um instrumento que garantisse ao Estado sua defesa contra minorias subversivas e a atribuição ao STM (Superior Tribunal Militar) de julgamentos políticos.

Em 80, Passarinho foi eleito presidente do Senado, casa que deixou três anos depois após perder a eleição no Pará para o candidato do MDB. No mesmo ano, assumiu o Ministério da Previdência e Assistência Social no governo de João Batista Figueiredo.

Foi senador constituinte, ministro da Justiça do governo de Fernando Collor de Mello (de 1990-1992) e presidente da CPI que investigou a "máfia do orçamento". Passarinho, que já havia sido cronista e redator em jornais na década de 40, deixou o Senado em 1995.

Tornou-se articulista do Estado de S. Paulo, onde criticava abertamente as ações do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra).

Continuou com as críticas mesmo depois de ter sido nomeado pelo ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso em 96 como consultor do Programa Nacional de Direitos Humanos.

Em manifestações recentes sobre o pagamento de indenizações relativas ao período militar, Passarinho, que hoje tem 88 anos, se posicionou publicamente contra o pagamento a perseguidos pelo regime.

Para ele, se fosse o feito o pagamento, que houvesse o mesmo tratamento com as famílias de militares mortos pelo movimento armado da esquerda.


Sites oficiais ou relacionadosEditar

Acervo históricoEditar

http://www1.folha.uol.com.br/folha/treinamento/hotsites/ai5/personas/jarbasPassarinho.html


WikipédiaEditar

http://pt.wikipedia.org/wiki/Jarbas_Passarinho


Outros sitesEditar

http://www1.folha.uol.com.br/folha/treinamento/hotsites/ai5/personas/jarbasPassarinho.html


Assuntos relacionadosEditar

Mídia/NotíciasEditar

Outras informações (atividades informais e outros)Editar

Reflexões/Questões em abertoEditar

ReferênciasEditar

NotasEditar


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