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Eles já foram chamados de “Burros”, “Medíocres”, “loucos”, “sonhadores”… foram rebaixados, apontados como incapacitados.

 

Mas hoje fazem parte da História e suas descobertas e invenções ditam e regram o nosso mundo. Persistir e não dar ouvidos a tudo que falam pode ser o caminho para vitória. Veja…

Ludwig van Beethoven: É considerado um dos pilares da música ocidental, pelo incontestável desenvolvimento, tanto da linguagem, como do conteúdo musical demonstrado nas suas obras, permanecendo como um dos compositores mais respeitados e mais influentes de todos os tempos. Beethoven era desajeitado com o violino e preferia tocar suas próprias composições em vez de melhorar sua técnica. Seu professor se irritava com esse comportamento e o considerava um fracasso como compositor. Isso é certamente uma lição: não devemos dar ouvidos a tudo que dizem!

Charles Darwin: Quem não conhece o famoso criador da Teoria da Evolução? Charles Darwin, pai da Teoria da Evolução, desistiu da carreira médica e ouviu de seu pai: “Você só liga para caça e cachorros.” Em sua biografia, Darwin escreveu: “Eu era considerado por todos os meus mestres e por meu pai um garoto comum, intelectualmente bem abaixo do padrão médio.”

Thomas Edison: Entre as suas contribuições mais universais para o desenvolvimento tecnológico e científico encontra-se a lâmpada elétrica incandescente, o gramofone, o cinescópio ou cinetoscópio, o ditafone e o microfone de grânulos de carvão para o telefone. Edison é um dos precursores da revolução tecnológica do século XX. Teve também um papel determinante na indústria do cinema. E você acha que antes de obter o sucesso, ele era reconhecido como uma pessoa inteligentíssima? Para se ter idéia, os professores de Thomas Edison disseram que ele era burro demais para aprender qualquer coisa. E tem mais: quando Edison apresentava seus projetos sempre aparecia um “espertinho” para duvidar e dizer que não daria certo. Porém isso nunca o fez desistir e demonstrar a todos quem é que estava com a razão.

Henri Ford: Henry Ford fracassou e foi à falência cinco vezes antes de, finalmente, ser bem-sucedido. Na verdade , durante toda seu percurso entre suas constantes quedas até atingir sua ascensão Ford foi vitima de críticos que diziam que NUNCA o homem substituiria os cavalos por maquinas.

Graham Bell: Alexander Graham Bell é o pai do Telefone. Graham Bell ofereceu os direitos de produzir o seu telefone por US$100 mil ao presidente da Western Union, Carl Orton, este respondeu: “Que espécie de uso esta empresa poderia fazer de um brinquedo elétrico?”

Nikolas Tesla: Talvez o mais genial de todos os que compõem a lista, Nikolas Teslas foi um inventor nos campos da engenharia mecânica e electrotécnica [...]. As patentes de Tesla e o seu trabalho teórico formam as bases dos modernos sistemas de potência eléctrica em corrente alterna (AC), incluindo os sistemas de distribuição de energiamultifásicos e o motor AC, com os quais ajudou na introdução da Segunda Revolução Industrial. Teslas era descrito como um ser misterioso. Completamente anti-social, Teslas estudava muito (dizem que passava mais de 11 horas por dia estudando). O resultado não poderia ser outro senão uma das mentes mais brilhantes de todos os tempos. Teslas foi considerado louco pela sociedade e foi subestimado pelo próprio Edison (que ironia) que disse que a Corrente Alternada nunca funcionaria e fez o possível para desacreditar o mesmo perante o meio cientifico. No final, Edison não obteve êxito e o sistema polifásico de Tesla foi adotado.

Louis Pasteur: Pasteur foi um dos maiores cientistas da história, sendo lembrado por suas notáveis descobertas das causas e prevenções de doenças. Ele é considerado um dos três principais fundadores do microbiologia [...]. Pasteur também fez muitas descobertas no campo da química, principalmente a base molecular para o assimetria de certos cristais. Entretanto se engana quem pensa que Pasteur era considerado um gênio em sua época. Em 1842 obteve o bacharelado em ciências, em Besançon, sendo-lhe atribuída a nota de “medíocre” em química. Isso mesmo, “medíocre”! Entre os 22 alunos de química, ele foi o décimo quinto. Suas idéias e pensamentos avançados sobre assuntos que a maioria desconhecia (mesmo porque ele que elaborou os fundamentos) eram considerados tolices por seus superiores e colegas. No final das contas, o tempo se encarregou de mostrar quem era verdadeiramente tolo.

Albert Einsten: Albert Einstein, o mais célebre cientista do século 20, foi o físico que propôs a teoria da relatividade. Ganhou o Prêmio Nobel de física de 1921. Einstein tornou-se famoso mundialmente, um sinônimo de inteligência. [...] Seu professor o descreveu como “mentalmente lento, não-sociável e sempre perdido em seus sonhos.” Foi expulso da escola e recusado na Escola Politécnica de Zurique. Era um “caso perdido” segundo seus mestres.

http://ahduvido.com.br/11-genios-e-inventores-que-foram-subestimados-e-rejeitados-antes-de-alcancar-o-sucesso

 

"Escola interfere negativamente na genialidade", diz autor

Historiador que estudou os maiores cientistas e artistas durante 30 anos afirma que escola mais atrapalha que ajuda genialidade

[...]

O que mais impressiona nos gênios?

Pessoas muito criativas são muito diferentes. Mas todos têm um ponto em comum: são muito focados no que fazem. Arthur C. Clarke, por exemplo era extremamente focado em escrever os seus textos ou nas últimas novidades da ciência, especialmente ciência espacial. O genial diretor de cinema indiano Satyajit Ray era absolutamente imerso no que fazia. As pessoas excepcionalmente criativas pensam o tempo todo no seu trabalho, mesmo quando deveriam, supostamente, estar relaxando.

O que traz consequências na vida pessoal...

Sim, boa parte deles teve uma relação muito complicada com o círculo de pessoas íntimas. Einstein, por exemplo, tinha uma vida pessoal bem complicada. Eles conseguem curtir a vida se as coisas no trabalho estão indo bem. Se eles não conseguem levar adiante o trabalho, os relacionamentos ficam ruins. Os gênios também tendem a ter poucos filhos e não costumam dividir muito nas relações. No fim, todos os gênios são obcecados por si mesmos, mas alguns deles são mais charmosos.

Conhecer a fundo a vida de gênios destruiu algum mito que você tinha deles?

Alguns pensam que a genialidade tem a ver com flashes de inspiração. Até tem relação, mas são necessários muitos anos de trabalho num assunto antes; os momentos de genialidade não vêm do nada. Outra coisa: todos têm uma auto-estima muito grande. Todos esses 30 anos estudando o assunto, e nunca conheci um gênio humilde. Isso não existe. Talvez alguns podiam ser exigentes com eles mesmos. Picasso, por exemplo, dizia que quando estava sozinho, não achava que era um artista de verdade. Ele dizia que pensava em Goya e Rembrandt como artistas de verdade, mas não ele. Isso pode ser verdade, embora ele nunca tenha sido alguém humilde. Einstein também tentava sempre se comparar a Newton e se julgava menor.

Isso os incentivava a melhorar?

Definitivamente. Essas pessoas eram motivadas por suas cobranças internas. Elas podiam dizer uma coisa nada humilde nas entrevistas, mas elas estavam sempre se comparando com as figuras que eles consideravam ser as melhores no assunto.

No seu livro, você fala que a solidão é importante para a criatividade.

Exatamente. Todos os gênios que pesquisei eram pessoas que prezavam muito pela privacidade e passavam muito tempo trabalhando sozinhas ou com uma pessoa. Cartier Bresson trabalhava geralmente sozinho, as melhores ideias de Einstein surgiram quando ele estava sozinho. Se você pensa nos principais gênios, eles geralmente publicavam seus trabalhos mais importantes sozinhos. Isso é muito incomum hoje.

De que forma a especialização atrapalha?

Ela torna mais difícil você fazer uma imersão numa série de disciplinas. Darwin é um bom exemplo. Ele sabia tudo de insetos e quase tudo de rochas. Ele sabia muito de história e também estudou economia. Toda essa gama de conhecimento, particularmente o de história natural e geologia, o ajudou a desenhar a sua teoria. Se, por exemplo, ele forçasse o estudo específico de detalhes de apenas uma espécie de animal, seria muito difícil de aparecer com essa teoria. [...] Há muita pressão profissional para a especialização hoje quando você faz Ph.D. As grandes idéias, hoje, não estão vindo das universidades, nem mesmo das mais tradicionais. As grandes idéias hoje, estão vindo de insituições outsiders. [...]

Por que você diz em seu livro que, para ser gênio, não é preciso ser inteligente?

Richard Feynman é o meu exemplo. Quando ele era adolescente foi testado e o seu QI foi de 125, bem na média, nada de excepcional. Ele foi uma das maiores figuras na física dos Estados Unidos. Quando ganhou o prêmio Nobel, em 1965, deu um discurso na sua antiga escola em Nova York. Disse “não pensem que é necessário ter um QI grande para ser um cientista de destaque, por que eu não tenho”. Claro, há outros exemplos. Darwin era um aluno bem ruim na escola. Einstein não era dos melhores. Todos os gênios que estudei, com uma ou outra exceção, não eram particularmente bons na escola. É um pouco deprimente que a escola interfira negativamente na genialidade, mas é a mais pura verdade.

http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI190312-17770,00-ESCOLA+INTERFERE+NEGATIVAMENTE+NA+GENIALIDADE+DIZ+AUTOR.html

 

Fugindo da mediocridade escolar...

 

Wolfgang Amadeus Mozart: Pai de Mozart era um músico profissional e professor de música. Ele ensinou a seu filho em casa – não apenas música, mas também as línguas e todas as disciplinas académicas. Mozart nunca foi à escola. Na idade de 14, foi nomeado mestre de concerto na corte do Arcebispo de Salzburg. Ele foi um dos compositores mais famosos. Durante sua curta vida criou mais de 600 obras musicais.

Benjamin Franklin: O cientista político e inventor. XV irmão de um total de 17, Benjamin Franklin frequentou apenas o ensino fundamental, e destes apenas até a idade de dez anos. Aos doze anos começou a trabalhar como uma impressora em uma empresa de propriedade de um de seus irmãos. Mais tarde, ele fundou o jornal A Gazeta da Pensilvânia, publicado entre 1728 e 1748. Também publicou o Almanaque do Pobre Ricardo (1732-1757) e foi responsável pela emissão de papel-moeda nas colônias britânicas na América (1727).

Pierre Curie: O co-descobridor da radioatividade e energia nuclear, foi educado por seu pai e atingiu o equivalente a um diploma universitário aos 18 anos.

Blaise Pascal: cientista e filósofo. Junto com seus dois irmãos foram educados em casa por seu pai. Com apenas onze anos, ele escreveu um pequeno tratado sobre os sons de vibração corpos. Seu pai respondeu a esta proibindo continuar engajar-se em matemática, por medo de que iria prejudicar os seus estudos de latim e grego. No entanto, apesar de suas proibições, um dia encontrou-o por escrito, com um pedaço de carvão na parede, uma manifestação independente que os ângulos de um triângulo somam dois ângulos retos. De lá, a criança (agora 12) foi autorizado a estudar Euclides, e foi autorizado a assistir às reuniões, um ouvinte para alguns dos melhores matemáticos e cientistas da Europa. Blaise Pascal é conhecido como um matemático, físico e filósofo. Ele inventou a primeira calculadora mecânica (para ajudar seu pai em seu trabalho como um contabilista), descobriu as leis básicas sobre a pressão dos gases, fundou a teoria matemática das probabilidades, e escreveu uma defesa filosófica do cristianismo.

George Washington: Washington foi um dos fundadores e primeiro presidente dos Estados Unidos. Ele foi educado em casa, principalmente por seu meio-irmão. Sua ortografia não era muito bom, mas gostava de matemática e era muito bom nisso. Especialmente topografia interessado. Na idade de 14 anos realizados através da medição dos campos perto de onde eu morava. O desenhar alguns mapas tão precisos que, com a idade de 16 anos foi convidado a colaborar em uma equipe de pesquisa. Na idade de 21 anos, ele entrou para o exército, e mais tarde para a política. Em 1787, ele contribuiu para a elaboração da Constituição dos Estados Unidos, e em 1789 foi eleito o primeiro presidente.

http://www.tadeboa.com/2012/07/grandes-genios-da-historia-que-nao-foram-a-escola.html.


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