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OS BENEFÍCIOS DO CONSUMO DE CAFEÍNA

1.Aumento da mobilização de ácidos gordos (gorduras). Um benefício atribuído ao consumo de cafeína encontra-se associado à sua capacidade de estimular a lipólise (quebra de moléculas de gordura no organismo), o que poderá favorecer o emagrecimento. No entanto, esta acção representa um custo elevado ao organismo: com a mobilização dos depósitos de gordura, aumentam os níveis das mesmas no sangue, podendo haver elevação dos níveis de colesterol sanguíneo e consequente aumento do risco de enfarte.

2.Acréscimo do uso de triacilgliceróis musculares. A mobilização dos depósitos de gordura no organismo permite que, por exemplo em atletas com actividade física intensiva, o organismo utilize a gordura como fonte de energia, em vez do glicogénio muscular.

3.Diminuição da fadiga (cansaço no exercício) e retardamento do seu início. O facto de o organismo utilizar a gordura como fonte de energia, conduz a uma maior resistência à fadiga. Contudo, trata-se de um resultado que deve ser rigorosamente controlado, quer devido aos efeitos colaterais, quer pelo facto de a cafeína estar incluída nos regulamentos de doping de todas as federações desportivas (exemplo, Comité Olímpico Internacional).

4.Produção de um estado de alerta de curta duração, aumento da atenção e concentração mentais. Alguns estudos associam ao consumo de cafeína uma melhoria de algumas funções cognitivas (não ao nível da precisão, mas de rapidez), parecendo esta ser útil no tratamento do Transtorno de Déficit de Atenção. Contudo, poderá ter como resultado negativo o desencadear de sintomas semelhantes aos da ansiedade. Em doentes com Transtorno de Pânico, a administração de cafeína equivalente a quatro a seis chávenas de café leva a que elevada proporção desenvolva ataques de pânico, quando comparados com os indivíduos que não sofrem deste transtorno.

5.Melhoramento do humor Os efeitos da cafeína podem variar de indivíduo para indivíduo (depende das condições em que se encontra o organismo que a consome, do tipo e quantidade do produto consumido, entre outras), podendo ser igualmente distintos para o mesmo indivíduo em diferentes ocasiões (altura do dia a que é consumida, por exemplo). Contudo, o consumo frequente desta substância provoca dependência moderada, sendo que a sua interrupção brusca pode mesmo causar dores de cabeça, sonolência, irritabilidade, náuseas e até vómitos.

O consumo excessivo de cafeína acarreta consequências negativas para a saúde, que não devem ser desprezadas. A cafeína foi uma das primeiras substâncias a ser usada como diurético (que aumenta a excreção urinária). Não havendo reposição da água perdida, pode iniciar-se um processo de desidratação, que não for revertido, poderá ter consequências graves para o organismo.

Consumos superiores a 250mg de cafeína por dia parecem estar associados a perturbações do sono, taquicardia (aumento da frequência cardíaca) e um maior risco de úlceras (por estimulação da secreção de ácido clorídrico no estômago). Este último aspecto é controverso, na medida em que alguns estudos associam ao aumento da estimulação gástrica, não à cafeína em si, mas a outros componentes do café. A ingestão excessiva de produtos que contêm cafeína, pode ainda interferir na absorção de nutrientes necessários ao organismo, como é o caso do ferro. Em crianças, consumos não controlados, podem mesmo desencadear redução no apetite. Sendo uma das substâncias farmacológicas mais usadas em todo o Mundo, a cafeína merece assim especial atenção. Estudos recentes associam-na a novos benefícios para a saúde humana (por exemplo, possíveis efeitos na doença de Parkinson), mas os riscos que advém de consumos crónicos e excessivos deverão estar sempre presentes.

OS EFEITOS NEGATIVOS DA CAFEÍNA

1.Causa dependência e provoca o chamado efeito de tolerância, isto é, com o tempo têm de ser ingeridas cada vez maiores doses para se obter o mesmo efeito.

2.Caso contrário, aparecem sintomas de privação: dores de cabeça, irritabilidade e incapacidade de concentração.

3.Alguns estudos concluíram que existe uma relação entre o seu consumo e o risco de doenças cardiovasculares.

4.Outras investigações sugerem a possibilidade de aumento do cancro do pâncreas.

5.Associada a uma alimentação pobre em cálcio, a ingestão de cafeína pode afectar a densidade óssea na menopausa.

6.Aumenta a tensão arterial (mas não está provada ainda uma associação directa com a hipertensão).

7.Pode ter efeitos adversos sobre o feto: atrasos de crescimento, baixo peso e aborto espontâneo. Por causa disto, a Agência de Segurança Alimentar do Reino Unido recomendou que as grávidas devem ter especial atenção em não ultrapassar o tal limite dos 300mg (2-3 cafés).

8.Aumenta a produção de ácido no estômago irritando a mucosa gástrica (deve ser evitado por pessoas com úlceras).

9.A acção diurética pode propiciar a perda de alguns minerais essenciais, como sódio, cloro e, em menor quantidade, potássio.

10.Em pessoas não habituadas pode causar inquietação, nervosismo, excitação, insónias e rubor facial.

11.Está associada a algumas patologias cardiovasculares, como arritmia cardíaca e taquicardia.

CONCLUSÃO

Apesar dos estudos, ainda hoje, algumas das implicações sobre a saúde do consumo da cafeína não estão esclarecidas. O que se pode tomar como certo é que, ingerida moderadamente, estimula o humor e aumenta o estado de vigília (o que acontece porque inibe a acção da adenosina, um químico que funciona como sedante natural). Mas não se iluda, apesar de socialmente aceite, é uma substância psicoactiva potente.


Fonte: http://www.emforma.net/curiosidades/os-efeitos-da-cafeina-na-saude/

Cafeína e musculaçãoEditar

Cafeína acelera ganho de massa muscular Junto aos carboidratos, ela aumenta o glicogênio muscular após treinos intensos

Quer ganhar músculos rapidamente? Então anote a receita: depois do treino, coma uma boa massa e aproveite para saborear cinco ou seis xícaras de café bem forte. Num estudo recém publicado sobre o rendimento dos atletas, pesquisadores da Sociedade Americana de Fisiologia descobriram que carboidratos e cafeína formam uma combinação poderosa contra o desgaste físico, acelerando a recuperação muscular.

Os cientistas compararam dois grupos de atletas, ambos logo após a realização de atividades físicas intensas. O primeiro, que consumiu cafeína e carboidratos, apresentou uma quantidade de glicogênio nos músculos 66% maior do que o segundo alimentado apenas com carboidratos. Foram feitas duas medições: uma hora depois do treino e quatro horas após ele (quando, de fato, houve o aumento de glicogênio).

A explicação para a agilidade que a cafeína imprime na transformação de glicose em glicogênio ainda não está clara, de acordo com os autores do trabalho. Mas eles lembram que a cafeína ativa a circulação sanguínea e também estimula a atividade de algumas enzimas ligadas à recuperação muscular, como a kinase. Também sabemos que a cafeína poupa o glicogênio porque aumenta a queima de gordura , afirma o nutricionista esportivo Rodrigo Valim, de Brasília.

Alguns participantes da pesquisa, entretanto, reclamaram de dificuldades para dormir e agitação fora do comum durante a fase de testes. Por conta disso, os estudiosos agora buscam encontrar o nível ideal de cafeína que deve ser consumido, acelerando o aumento de massa sem prejudicar a qualidade de vida dos atletas.

Sobre o glicogênio Sintetizado a partir da glicose, ele funciona como uma espécie reserva de energia. O glicogêno é usado pelas células musculares na recuperação das microlesões provocadas pelos exercícios, daí o aumento da massa muscular , explica a nutricionista do MinhaVida, Karina Gallerani.

Fonte: http://msn.minhavida.com.br/conteudo/2843-Cafeina-acelera-ganho-de-massa-muscular.htm


Cafeína e cortisolEditar

Estudos sobre cafeína

Estudos recentes mostraram alguma evidência de que beber duas ou três xícaras de café pode elevar a pressão e aumentar o cortisol, hormônio do estresse.

Existe de fato a possibilidade de que a cafeína aumente o estresse: basta se lembrar das pessoas que fumam, pois elas formam um círculo vicioso - tomam café para fumar, ou fumam para justificar a ingestão de café. Isto, porém, não é um dado alarmante, apenas algo que as pessoas devem preferencialmente evitar.

Alguns estudos também apontam a cafeína como um dos responsáveis por aumentar o poder de hipertensão de alguns remédios, o que significa que o mais adequado é não fazer uso da cafeína combinada com tratamentos médicos que exijam uso de medicamentos. Esses estudos mostraram ainda que bebidas cafeinadas, tomadas sob estresse antes de exames, provocavam pressão sistólica sanguínea aumentada em mais de 14mmHg. O efeito combinado sobre a pressão sanguínea é tão intenso que as pessoas com tendência à hipertensão devem evitar bebidas cafeinadas, dizem os relatórios dos estudos. Além disso, pessoas que vão medir a pressão sanguínea devem evitar tomar cafeína antes.

(...)

O nível de cortisol (hormônio associado ao estresse) aumenta com a ingestão de cafeína?

Estudos mostraram que sim, porém esse aumento está também ligado a situações de estresse e não exclusivamente ao uso de cafeína. Nesses casos, convém também substituir a bebida por sucos.

Fonte: http://boasaude.uol.com.br/lib/ShowDoc.cfm?LibDocID=4883&ReturnCatID=763


Cálcio X CafeínaEditar

Ver texto principal: Cafeína X Cálcio


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