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Geraldo Alckmin

Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho (Pindamonhangaba, 7 de novembro de 1952) é um médico e político brasileiro.

Entre 1991 e 1994, foi presidente estadual do PSDB em São Paulo.

No seu segundo mandato de deputado federal, foi autor do projeto que se transformou na Lei 8078/90 (Código de Defesa do Consumidor), que apresentou para apreciação do congresso em 16 de novembro de 1988. Foi relator, na Câmara dos Deputados, do projeto que se converteu na Lei de Benefícios da Previdência Social. Também foi autor de um dos projetos que se converteram na Lei Orgânica da Assistência Social - Loas, e relator do projeto de lei que facilita e disciplina a doação de órgãos para transplantes.

Foi vice-governador entre 1995 e 2001 e governador de São Paulo por dois mandatos consecutivos, entre 2001 e 2006. Em 2006 foi candidato à presidência da República pelo PSDB, sendo derrotado.

Em 2000, por indicação de Covas, Alckmin se licenciou do cargo de vice-governador e foi o candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, tendo ficado em terceiro lugar.

Como vice-governador chefiou o "Programa Estadual de Desestatização" (PED). São Paulo foi o único estado da federação que cumpriu todas as metas de privatização estipuladas pelo governo federal. [carece de fontes]

Em 2008, concorreu ao cargo de prefeito da cidade de São Paulo, ficando em terceiro lugar, sendo derrotado por Marta Suplicy do PT e Gilberto Kassab do DEM, que foram para o segundo turno.

Em 2009 ocupou o cargo de secretário de Desenvolvimento do estado de São Paulo, e nas eleições de 2010 foi eleito governador do estado de São Paulo no primeiro turno, com 50,63% dos votos válidos.

Em 2010, após ser eleito em 1º turno governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin foi considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano,4 destaque que recebeu também no ano seguinte.


Origem:

Estado de São Paulo


Família:

Filho de Geraldo José Rodrigues Alckmin e de Míriam Penteado.

Sobrinho de José Geraldo Rodrigues de Alckmin, juiz e professor brasileiro, ministro do Supremo Tribunal Federal nomeado em 1972, pelo Presidente Médici. Foi também suplente do então senador André Franco Montoro. Conhecido por ser um grande expoente da prelazia católica Opus Dei no Brasil.


Profissão:

Médico e político.


Partidos:

MDB (1971-1976) - PMDB (1976-1988)

PSDB (1988-)


Cargos públicos:

Vereador de Pindamonhangaba (1973-1977) - Presidente da Cãmara Municipal

Prefeito de Pindamonhangaba (1977-1982)

Deputado estadual (1983-1987)

Deputado federal (1987-1990) - constituinte

Deputado federal (1991-1994)

Vice-governador de São Paulo (1995-2001) (governo Mário Covas)

Governador interino (2001-2002) (governo Mário Covas)

Governador de São Paulo (2003-2006)

Secretário estadual de desenvolvimento (2009-2010) (governo José Serra)

Governador de São Paulo (2011-2014)


Religião:

Católico (possível membro da Opus Dei) - filho de pai franciscano


Wikipédia:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Geraldo_Alckmin


Outros sites:


CitaçõesEditar

Alckmin diz que PSDB deve se aproximar mais do povo

O governador Geraldo Alckmin disse que o PSDB, derrotado na eleição presidencial, deve se inspirar no PT e buscar uma maior penetração popular. "Ele (o PT) se enraizou mais. Nós temos de ter a humildade de aprender com as derrotas", defendeu Alckmin, durante o Opinião Nacional, da TV Cultura.

"Faltou ao PSDB amassar barro e comer poeira. O partido tem de estar mais perto dos movimentos populares, tem de estar mais próximo do sentimento do povo para ser melhor intérprete, como partido, e melhor governo."

Geraldo Alckmin defende que o PSDB deva auxiliar o novo presidente a aprovar as reformas constitucionais que poderiam levar a uma redução do chamado Custo Brasil para melhorar a confiança externa no País. "Nós temos é de diminuir as turbulências e consolidar a confiança. O que o País mais precisa é desenvolvimento, emprego, renda e trabalho. E para isso o presidente eleito precisa consolidar esta confiança para entrar nesse círculo virtuoso", conclamou.

Ele aproveitou para alfinetar alguns governadores que jÁ cobram uma renegociação das dívidas de seus Estados. "Por isso que eu disse que não é o momento para a discussão do serviço da dívida, porque você cria mais uma turbulência. Agora é hora de trazer confiança para poder cair o dólar, subir a bolsa, baixar a taxa de juros e a economia crescer."

Luta interna

O governo reeleito pondera que não está havendo nenhuma disputa interna dentro do PSDB pela liderança do partido e defende que ainda haverá espaço para o seu partido, apesar da confusão criada pela recente aproximação do PT com a linha social-democrata. "Eu não acredito que o PT se transforme num partido social-democrata. Eu acho que o PSDB tem um futuro pela frente, com um perfil mais progressista", sustentou. "E não vai haver nenhuma luta interna (no PSDB). Eu fico muito feliz da liderança do Aécio Neves que ganhou a eleição no primeiro turno; o Tasso, três vezes governador do Ceará, esses são orgulhos do nosso partido."

http://www.estadao.com.br/arquivo/nacional/2002/not20021030p57012.htm


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